Qual o sentido da vida? Acerca dessa questão, filósofos, antropólogos, teólogos e mais um monte de “logos” têm escrito uma infinidade de livros. Justamente por causa da busca pelo sentido que os escritores de auto-ajuda tem cada vez mais engordado sua conta bancária.
Qual o sentido do amor? Existe amor verdadeiro? Também são questões que ocupam a mente das pessoas. Percebo que se fala mais em amor do que se pratica, basta para isso ver o sentido do amor cristão hoje, totalmente sem forma. Essa questão acerca do amor é o que motiva poetas e místicos. E aproveitando que falar do sentido da vida e do amor está na moda e sempre ficará, esse nosso espaço não poderia se omitir de tal questão.
Pois bem, eu penso que não existe UM sentido para a vida, existem vários. A vida não é algo planejado, pré-definido. E erramos muito quando impomos às pessoas que acreditem no mesmo sentido da vida que nós. Cada um tem seu sentido para a vida, cada vida é uma vida. Mas se insistem num sentido único, universal para a vida, então poderemos dizer que o sentido da vida é estar vivo. Vivendo se vai descobrindo a vida. Nas lutas, nas batalha, nos risos, nas festas, nos velórios… Cada momento da vida é um instante de descobertas. A verdadeira vida, a boa vida, é a vida que tem coragem de enfrentar o medo da não-existência, a vida boa de viver é a vida que não tem medo de ser feliz, não tem medo de a cada dia descobrir novos sentidos. Vivemos aprendendo e vamos morrer sem saber nada, nem mesmo qual o sentido. O verdadeiro sentido é mostrado e trocado a cada passo na vida, na caminhada.
E o amor nessa história? Simples. Somente o amor abre nossos olhos para vermos cada sentido da vida. Enquanto caminhamos na vida, só o amor abre em nós as portas da percepção para ver a beleza. É preciso estar disposto a amar, para ver a vida. Amar cada segundo, cada queda, cada vitória. Amar cada pessoa que participa da nossa vida, atrair mais pessoa para perto de nós. O verdadeiro amor é aquele amor que nasce do imprevisto (tipo o meu e o de Gita). Pensa errado quem pensa que o amor verdadeiro é o que dura, isso é uma falácia. O verdadeiro amor é o capaz de estremecer a terra, nem que seja vivido em alguns instantes. Não é preciso amar eternamente, que se ame em frações de segundos, e esses segundos ficarão gravados na eternidade. O verdadeiro amor é aquele capaz de ver a vida com bons olhos, olhar o outro com ternura, apesar dos pesares. Amamos para tornar a vida possível, suportável. O amor sempre atua quando os sentidos da vida são revelados. Viver e não ter a vergonha de ser feliz, amar e não ter a vergonha de manifestar.
Disso tudo podemos dizer: O sentido da vida é viver, e viver em amor!
Wagner Martins
“…O verdadeiro amor é aquele amor que nasce do imprevisto (tipo o meu e o de Gita). Pensa errado quem pensa que o amor verdadeiro é o que dura, isso é uma falácia.”
Não concordo…
Não acho que o amor verdadeiro nasça de inprevistos.. assim..
O amor nasce com a convivência, com o carinho, o afeto… a cumplicidade…
Não acho que o Amor, em sim, nasça do nada!
Mas, pode acontecer um sentimento assim, nascido do “imprevisto”, mas no meu ver, só se descobrirá se é AMOR VERDADEIRO, com o passar do tempo… com a convivência mesmo.
Eu acho sim, que o amor de verdade dura a eternidade. E é isso que o define como verdadeiro.
então, é isso!
Cada cabeça é um mundo! :p
Cada um tem o seu jeito de ver as coisas! ^^
=D
concordo com o termo falácia para designar este estereótipo criado pela cultura do amor, esse amor fantasioso que muitos precisam alimentar.
O amor verdadeiro, ou melhor, o verdadeiro amor, não é sentimento, é disposição de espírito. É escolha. É racional. É dispor-se voluntariamente para determinadas ações ou omissões.
O resto? É mera prosopopéia flácida para acalentar bovino, herdado de geração a geração. Gerações mortas em seus tédios existenciais. Paixões cegas e egoístas.
Se a massa ainda precisa de subterfúgios, nem quero impedir, cada qual com seu ópio…
“Pra falar de amor, tenho que aprender a repartir o pão, chorar com os que choram e se alegrar com os que cantam”
waguinho, amar é olhar para dentro de si mesmo e dizer: eu quero! ahhahahahahahah
Bem , Maressinha!
Precisamos não cometer alguns equivocos… ao meu ver o amor NASCE sim de imprevistos. Afinal não esta escrito em nenhuma estrela que havemos de gostar de alguém. A pessoa que amamos, aparece por acaso em nossa vida, numa festa…numa troca de olhar em uma praça….enfim. Concordo contigo quando diz que “só se descobrirá se é AMOR VERDADEIRO, com o passar do tempo… com a convivência mesmo.” Entretanto, aqui não se fala do nascedouro, mas da manuteção do amor. Amor só dura com o passar do tempo, com a convivência…mas ele nasce do mais obscuro mistério da vida. Como dizia o poeta: “Ah o amor, nasce não sei como, vem não sei de onde e doi não sei porque”.
É isso ai….essa coisa, chamada amor…
Beijos minha flor!
Thonga
O resto? É mera prosopopéia flácida para acalentar bovino…
Mas profundo que isso… só a idiossicrasia religiosa que estamos acostumado a ver, ouvir e se envergonhar!
Ah, agora eu entendi o que vc quis dizer lá!!
eh, eu entendi!
sauhedauhdhuhauufhauh
Achei que vc tivesse falando daquela coisa ridícula de “amor a 1º vista”, sabe?!
Vc pode encontrar o “amor” em qualquer lugar, mas só com o tempo, com a convivência, descobrirá se, realmente, é amor!! :p
deu pra entender? :p
=*
O Amor nasce da convivência e não do imprevisto….
O Amor precisa ser sincero e verdadeiro……..